Lavar a loiça pode ser considerado "chato" por muita gente. Mas quando fica tudo em ordem, vale a pena contemplar e registar. Sem qualquer manipulação - o bonito pode estar em qualquer lado.
Esta deixou-me gaga....lavar a loiça é uma seca...e o barulho da máquina tão repousante. Prefiro tirar as fotos a loiça nos armários depois de bem lavadinha na máquina...:))
Just kidding. Com copos assim....até que a banca fica mais nobre!!
Os copos são "vulgaris Lineus", do IKEA ou Área... a luz, elemento tão precioso na Fotografia, é que lhe dá o toque. Não tenho máquina de lavar - acho que dá mais trabalho: quando é pouca gente, não vale a pena; se é muita, a máquina não dá despacho! Lá a da roupa, é outra loiça!!!
Nos só jantamos, não almoçamos e portanto, junta-se pouca loiça que se lava à noite. Tirar a loiça e arrumar é que é mais chato, mas entre tres não custa tanto. Tenho uns copos assim que eram da avó, lembras-te. Tem piquinhos, mas sao brancos. Hoje chuvisca aqui no Porto....mas é o 31 de Janeiro - 100 anos de República....vou ao Feiticeiro de Oz para festejar:))
Hoje fui ao museu Berardo no CCB de Lisboa. Logo à entrada está uma enorme " árvore " feita de garrafas verdes e que é iuminada, quando a noite cai. Apressei-me a dizer aos meus filhos que aquilo é arte que vende; que a arte, hoje, é aquilo que quisermos fazer dela ; e que a autora da "arvore" ( joana Vasconcelos )é daquelas que vende bem sua arte. E ponto final antes que as perguntas chovessem sobre mim.
A foto da entrada se falasse - tem, do ponto de vista que desenvolvi - legimitidade em reivindicar, para si própria, arte.
Quanto ao museu Berardo, tenho a referir dois pormenores que convergem: que tudo aquilo roça o kitsch, sem que eu consiga explicar porquê mas, ao mesmo , tempo , o ambiente gerado pelo kistsch ( se o fôr )do conceito tende a arejar o contexto profundamente elitista que são e sempre foram os museus - como aliás se constata pelo público, abrangente que se desloca ao CCB. Este facto,que os especialistas confirmarão ou não - só pode ser bem-vindo.
Pergunta ao luar, do mar à canção Qual o mistério que há na dor de uma paixão. (Catulo da Paixão Cearense Brasil 1863-1946)
Raios de Lua
Conteúdo
Neste Blogue partilhar-se-ão poemas, fotografias e pensamentos, especialmente relacionados com a música.
O porquê deste Blogue
Vinícius de Moraes escreveu que "a Vida é feita de Música, Luar e Sofrimento". Acho que o último epíteto, apesar de poder ser verdadeiro, não o é tanto como a Poesia. Daí o nome deste Blogue, aproveitando a frase do Poeta, onde se pretende partilhar arte, emoções e sentimentos.
4 comentários:
Esta deixou-me gaga....lavar a loiça é uma seca...e o barulho da máquina tão repousante. Prefiro tirar as fotos a loiça nos armários depois de bem lavadinha na máquina...:))
Just kidding. Com copos assim....até que a banca fica mais nobre!!
Os copos são "vulgaris Lineus", do IKEA ou Área... a luz, elemento tão precioso na Fotografia, é que lhe dá o toque.
Não tenho máquina de lavar - acho que dá mais trabalho: quando é pouca gente, não vale a pena; se é muita, a máquina não dá despacho!
Lá a da roupa, é outra loiça!!!
Nos só jantamos, não almoçamos e portanto, junta-se pouca loiça que se lava à noite. Tirar a loiça e arrumar é que é mais chato, mas entre tres não custa tanto. Tenho uns copos assim que eram da avó, lembras-te. Tem piquinhos, mas sao brancos.
Hoje chuvisca aqui no Porto....mas é o 31 de Janeiro - 100 anos de República....vou ao Feiticeiro de Oz para festejar:))
Hoje fui ao museu Berardo no CCB de Lisboa. Logo à entrada está uma enorme " árvore " feita de garrafas verdes e que é iuminada, quando a noite cai. Apressei-me a dizer aos meus filhos que aquilo é arte que vende; que a arte, hoje, é aquilo que quisermos fazer dela ; e que a autora da "arvore" ( joana Vasconcelos )é daquelas que vende bem sua arte. E ponto final antes que as perguntas chovessem sobre mim.
A foto da entrada se falasse - tem, do ponto de vista que desenvolvi - legimitidade em reivindicar, para si própria, arte.
Quanto ao museu Berardo, tenho a referir dois pormenores que convergem: que tudo aquilo roça o kitsch, sem que eu consiga explicar porquê mas, ao mesmo , tempo , o ambiente gerado pelo kistsch ( se o fôr )do conceito tende a arejar o contexto profundamente elitista que são e sempre foram os museus - como aliás se constata pelo público, abrangente que se desloca ao CCB. Este facto,que os especialistas confirmarão ou não - só pode ser bem-vindo.
Será que me fiz perceber? :)
Enviar um comentário